quinta-feira, 24 de junho de 2010

Muse na NME Especial Glastonbury

Com a aproximação do festival inglês mais esperado do ano, a NME chega às bancas esta semana e traz um especial sobre o Glastonbury e um artigo que fala sobre os Muse. Dom Howard conversou com a revista, contou suas experiências no evento e falou sobre a expectativa de tocar este ano.


A 40ª edição do Glastonbury será emocionante.

Conforme o festival se aproxima rapidamente para celebrar 4 décadas de rock ‘n roll, os Muse, sao a atração principal de sábado à noite, conta à NME seus planos de dar um grande presente de aniversário à Worthy Farm.

A edição do Glastonbury será inevitavelmente a mais emocionante da história, como é geralmente o caso de festivais que passam por dificuldades, mas acabam recuperando-se com classe. Enquanto muitas pessoas estão profundamente satisfeitas com a saída do U2, por causa das costas machucadas de Bono, a verdade é que todos teriam ido ver o show deles e esse seria o grande assunto do evento.

Com a ausência do quarteto irlandês, no entanto, a posição está aberta para qualquer banda que queira chamar o festival de seu. É bem provável que Mumford & Sons e The xx oficialmente alcancem grande sucesso. Emily Eavis, por enquanto, reconhece que a apresentação do Golillaz poderia substituir a do rival Pulp, que memoravelmente – e heroicamente – atuou no lugar do The Stone Roses, em 1995.

“Às vezes, pode ser bem estressante quando alguém desiste e outra banda o substitui”, conta Emily à NME. “Algumas pessoas sentem que não são capazes de fazer isso e pode colocá-las em uma situação difícil. Foi incrível quando o Pulp tocou – foi fascinante o modo com que eles se elevaram com esse desafio de satisfazer 100 mil pessoas. Todo mundo ficou em transe.”

Entretanto, para quem gosta de um rock absolutamente espetacular, a atração é o Muse, headliner de sábado à noite. Eles estão ansiosos para explorar uma totalidade de emoções também; principalmente intimidar, fanfarronar e “amedrontar” o público com a possibilidade de seu OVNI explodir em chamas e destruir metade do local.

Enquanto o trio agita estádios pela Europa, eles têm levantado vôo, a uma altura de 3 metros, em uma espaçonave (ok, não uma espaçonave de verdade, mas é tão boa quanto) e colocado um OVNI inflável para sobrevoar a platéia – uma peça tão grande que bloqueou a transmissão do Slayer da MTV no Rock am Ring.

“Nós definitivamente vamos tentar entrar em contato com o OVNI mais uma vez. Agora, nós estamos tentando empacotar o máximo que pudermos do nosso set usado nos shows de estádio.”, diz Dominic Howard sobre os planos para a montagem do Pyramid Stage.

Isso tudo será vantajoso para a Worthy Farm, já que a banda retorna às suas raízes do West Country e o público poderá ver uma apresentação mais solta e relaxada do que seus shows usuais.

“Nós somos mais espontâneos em festivais. Podemos ser mais aleatórios em relação à setlist. Os shows em estádios têm de ser mais estruturados por causa da espaçonave e precisamos cronometrar o tempo de música em relação às coisas teatrais. Já em festivais, podemos ser mais soltos e misturar tudo.”, ele explica.

Isso não quer dizer que não será espetacular, no entanto. Na verdade, o trio de Teignmouth não revelará todos os planos ainda, mas eles já estão de olho em seu lugar no banco de dados de momentos mais memoráveis do Glastonbury.

“Nós temos uma coisa especial preparada, será uma enorme surpresa. Como todas as surpresas, não posso contar ainda, mas temos um convidado muito, muito, muito especial para tocar conosco. Estamos extremamente animados e quando isso acontecer, será um grande momento para o Glastonbury desse ano. Receber essa pessoa e tocar com ela nos levará a um outro nível.”

E para uma banda que está acostumada a uma rotina cansativa de turnê, o Glastonbury de 2010 dará a eles a chance de relaxar e ficar o fim de semana inteiro.

“Temos um tempinho para ficar por aqui esse ano”, fala Dom. Não é apenas isso, mas parece que a área reservada ao Muse será o local mais quente para as estrelas ficarem esse ano. “Temos umas cabanas e um trailer e vamos fazer um grande churrasco no backstage, assaremos um porco e entraremos no clima do festival.”, ele acrescenta.

Dom também está ansioso para assistir às apresentações de algumas bandas esse ano, como Band of Skulls, Phoenix, The Dead Weather e Pulled Apart by Horses, tendo como o clímax o show de Steve Wonder, obviamente. “Ele é uma lenda. Mal posso esperar para ver ‘Superstition’ ao vivo”.

Depois, é claro, existem as delícias surreais e psicodélicas que os cantos mais escondidos da Worthy Farm têm a oferecer. “Eu queria ir para esses lados do Glastonbury, porque eu não tenho feito nada disso por aproximadamente 15 anos, que foi quando eu fui pela primeira vez”, ele admite.

“Nós deveríamos ter uns 17 anos, escalamos a grade e entramos de graça. Pegamos nossa barraca porcaria e passamos por ótimos momentos. Eu tinha 10 libras, umas latas de feijão cozido, um pouco de haxixe e estava bem para passar o fim de semana. Aquele foi um ano muito quente, então não apenas víamos as bandas, mas também andávamos por aí nos divertindo.”

Com a responsabilidade de tirá-lo do cargo de headliner, o cara das baquetas reconhece que o Muse está longe de ser a atração principal do Glastonbury desse ano.

“É mais sobre dar uma bela e grande andada por lá, o festival é muito livre e aberto. Quanto mais você anda, mais descobre coisas aleatórias acontecendo que podem fazer seu final de semana valer a pena, sem ver uma única banda.”

De fato, mas quem faria isso? Não, a razão do festival é a música e dada a natureza eclética do line-up – que tem de Crystal Castles a Willie Nelson – se o deus do tempo for bondoso, as trilhas estiverem bem alinhadas e se Stevie Wonder tocar ‘Living for the City’, a declaração anual de Michael Eavis de que “esse é o melhor Glastonbury de todos os tempos” pode ser justificada dessa vez.

Conforme Dom observa: “A história ressoa por todo o festival. Você pode realmente sentir todas essas boas vibrações, as bandas que já tocaram por lá durante todos esses anos. Dá pra sentir esse histórico soando por todo lugar.”

Então que venha o Glastonbury 2010, quando “The Resistance” se provar útil, resistir será inútil.

NME Especial Muse, Investigando as teorias conspiratórias de Matt!



O sombrio grupo de homens de negócio comandando o mundo a partir de reuniões de adoração a corujas. Os alienígenas do 12º planeta, há muito tempo perdido, que criaram a raça humana para extrair ouro para eles. Os exo-politics, os lagartos da realeza e a guerra climática. Cada entrevista do Muse lança outra teoria de Matt Bellamy para longe do alcanço do plausível, mas o quanto são verdadeiras?

“O Muse fez um ótimo trabalho na pesquisa de teorias conspiratórias, pegando um material que é geralmente ignorado pela mídia e colocando-o em frente à população em geral. Sejam teorias doidas ou não, se olharem bem de perto, irão descobrir muitos fatos estranhos e perturbadores, mas reais.” David Southwell, autor e expert em teorias conspiratórias.

HAARP – As instalações do HAARP, no Alasca, serviram de inspiração para a estrutura de palco usada no tour de “Black Holes and Revelations” e deu nome ao DVD ao vivo. Matt acredita que o programa tem um sinistro e secreto propósito.

Matt: “O governo declarou que serve para comunicação com submarinos e suas naves espaciais, mas os cientistas disseram que o que eles estão realmente tentando fazer é alcançar a ionosfera, que é onde muitas coisas relacionadas ao clima acontecem. Interferindo nisso, você pode manipular o clima. Há uma enorme batalha acontecendo para ver quem irá controlá-lo.”

David Southwell: “HAARP é real e você pode encontrar provas de que o governo dos EUA tem pesquisado a manipulação do clima como arma desde 1973. A teoria de Matt condiz com os fatos e tem mais crédito do que aqueles que acreditam que todo o aquecimento global é uma arma.”

Grau de credibilidade: 8/10

Cydonia – Cydonia é uma área de Marte. Alguns cientistas acreditam que foi uma região costeira, sugerindo que já houve água no planeta. Também existem colinas na região, que se assemelham a pirâmides e rostos humanóides em algumas imagens.

Matt: “Existem pessoas por aí que estão percebendo que toda a área das pirâmides no norte da África, não apenas a área de Gizé, é um enorme e detalhado mapa de estrelas, se olhado por cima. Eles estão tentando deixar uma mensagem para alguém que está no céu. O mesmo desenho foi encontrado em Cydonia, Marte.”

DS: “Matt está certo sobre Gizé e outros lugares antigos mapeando os céus, mas é mais provável que eles estavam tentando marcar o local onde se acredita que a alma volta para as estrelas, depois da morte. Eles não são a melhor evidência para comunicação direta com aliens e não há ligação com Marte comprovada.”

Grau de credibilidade: 4/10

Exogenesis – Exogenesis, ou panspermia, é a teoria de que a vida na Terra foi desenvolvida a partir de “sementes” de vida alienígena que aterrissou aqui. Matt estava tão envolvido com o conceito que escreveu uma sinfonia inteira sobre isso.

Matt: “Eu não acho que existam alienígenas entre nós agora, mas certamente acredito que parte do nosso DNA, pelo menos, não é proveniente da Terra.”

DS: “Exogenesis é uma idéia que nos remete ao século V a.C. e tem muito reforço científico. Matt está falando menos sobre conspiração e mais sobre os limites aceitos da ciência. Existem 50% de chances de que ele e alguns dos melhores cérebros do mundo estejam certos.”

Grau de credibilidade: 7/10

9/11 – Matt há muito tempo tem a opinião de que os ataques de 9/11 foram um trabalho interno de norte-americanos.

Matt: “Nunca houve uma real evidência que amarre qualquer um dos suspeitos usuais a isso. Na verdade, a evidência que usaram [para incriminar os alegados terroristas] foi risível. A caixa-preta do avião, que guarda toda a informação, derreteu. Mas, aparentemente, o passaporte com o nome de um dos raptores do avião voou pela janela e foi encontrado no chão. Isso é ridículo. Eu não estou dizendo que não foi um ataque aos Estados Unidos – isso foi, não há dúvidas. A questão é quem realizou o ataque e por que motivo. Eu acho que é muito sugestivo que um seleto grupo de pessoas está ganhando montanhas de dinheiro com a guerra que está acontecendo. Eles têm os meios e certamente o motivo para tentar fazer algo como isso acontecer. Temos que ser cuidadosos para não deixar essas pessoas nos roubarem. Nunca houve uma investigação independente para descobrir o que aconteceu, mas, ainda assim, travamos duas guerras ao lado deles.”

DS: “Existem outros suspeitos além do governo norte-americano, em relação ao 9/11, embora eles e os militares tenham tirado vantagem disso para justificar as guerras ilegais.”

Grau de credibilidade: 5/10

terça-feira, 22 de junho de 2010

Foto de Fans!

Peçovos que me enviem fotos, videos, cartazes, cartons... tudo sobre os Muse.
Em troca as vossas imagens ou videos vao ser publicadas no bloque e iram receber o mp3. da nova musica dos Muse Neuron Star collision e ainda o video-clip da mesma musica!
Podem enviar para o pedrogbn@hotmail.com

Fiquem com algumas footos enviadas:





The Times – “Conheça os Muse”

Entrevista publicada no The Times em 19/06/2010.

“Conheça os Muse – os astros do rock mais improváveis do mundo”

Como três rapazes excêntricos de Devon tomaram o mundo pop – e ganharam!

Por Craig McLean



Espreguiçando junto à piscina de um hotel Sunset Strip está um turista britânico magrelo e fracote vestindo uns shorts ruins. Suas feições de roedor farejam o ar de Los Angeles, sentindo o cheiro de comida. Seus cabelos espetados, modelados pela ressaca e pelo travesseiro, sopram na brisa. Uma camiseta da moda pendura-se em seus ombros magros. 1,70m em suas meias atoalhadas, invisível se ficar de lado, esse inglês branquelo não vai nem chegar perto da água, ou do sol de LA.

Conheça Matt Bellamy, anti-rock star. Cantor e compositor, pianista e guitarrista, gostava de jogar o último por trás de sua cabeça. Entusiasta da ficção científica, teórico da conspiração. Um ex-pintor de 32 anos, ex-decorador (‘É’, ele confirma: ‘foi tudo uma preparação’) tão preocupado com a ameaça da destruição do planeta em toda a iminência que até armazenou uma provisão de dois anos de rações liofilizadas. Ele as armazenou no porão de sua villa no Lago Como, na Itália. George Clooney é seu vizinho.

Sua banda, Muse, são os geeks que herdaram se não a Terra, então, pelo menos, os corações, mentes e dinheiro do bilhete do concerto da juventude do mundo. E, cada vez mais, o não tão jovem. Este mês, o trio de Devon, pequena cidade (Teignmouth, pop: 14.413) também reivindicará algumas centenas de acres de propriedade do festival de rock: eles lideram o Pyramid Stage na noite de sábado em Glastonbury. É um momento próspero para os velhos colegas de escola Bellamy, o baterista Dom Howard, 32, e o baixista Chris Wolstenholme, 31. Como Muse, conhecidos por seus concertos espetaculares, se superará para esta ocasião especial?

Nós estamos pensando em arrumar uma orquestra, disse Bellamy.

É difícil imaginar esse nerdzinho magrelo comandando a atenção de 100 mil pessoas em um festival. Mas coloque-o em um palco – apoiado por lasers, torres, sinos, apitos e acrobatas ocasionais que ajudaram Muse a se tornar uma das maiores bandas ao vivo hoje – e Bellamy cresce. Dizem que a televisão adiciona 10 kg para aqueles que aparecem na frente das câmeras. A arena de shows de Muse adiciona mais uns bons 60 cm, e uma aura de arrogância, ao seu líder. E agora que Bono se machucou e, como resultado disso, o U2 acabou saindo do Festival, o líder trio de rock pomposo – amplamente considerada como a maior banda britânica no planeta em 2010 – é o maior rock’n'roller no maior festival de verão.

Ao longo dos últimos anos Muse se jogou para o topo da Premier League do rock. The Resistance, o seu quinto álbum, vendeu 2,6 milhões de cópias, impulsionado pelo seu primeiro single Uprising. Eles gravaram uma canção para o próximo filme da saga Crepúsculo, fazendo uma seqüência de aparições na trilha sonora da franquia de vampiros. Em 2007, eles foram a primeira banda a se apresentar no novo estádio de Wembley. Os ingressos se esgotaram – duas vezes. Muse tocou para 150 mil fãs – e alguns trapezistas em balões que tinham ancorado acima do palco. Na opinião de Muse, se um trabalho vale a pena fazer, vale a pena fazer com entusiasmo vertiginoso.

É, de certa forma, o mesmo com Bellamy e suas tentativas de agir como uma estrela do rock nos bastidores. Mesmo quando ele se veste de uma maneira que ele imagina que é próprio de um ídolo pop milionário (o que ele é, para a enorme base de fãs apaixonados de Muse), ele não acerta completamente. Ele e seus colegas saíram para um bar de Los Angeles na noite passada e acabaram encontrando Rod Stewart. Por uma coincidência infeliz Bellamy estava usando exatamente a mesma roupa que o astro de 65 anos de idade: risca de giz, um colete e uma jaqueta de terno cinza.

Ainda assim, isso soa como uma melhoria na calça que ele usou durante a semana que passei com Muse em Los Angeles, no festival de Coachella e, em seguida, Cidade do México: calças casuais aparentemente compradas na C & A em algum momento no início dos anos oitenta. E, definitivamente, uma melhoria na roupa que uma vez ele teve que usar para o Q Awards, após trancar-se fora de sua casa.

Uma camisa floral, um par de calças de moletom vermelho Adidas e um chapéu prateado estranho. Minhas roupas civis de verão, lembra ele do traje que usou para receber um troféu da revista de música. Aquilo, na verdade, apenas abriu o jogo. Eu não estou em uma banda de rock. Eu sou apenas um garoto patético em roupas engraçadas.

Se você acha Radiohead muito cool, Coldplay certinhos demais e U2 um pouco ultrapassado, então Muse é a banda de estádio para você. É como se Queen encontrasse com Abba, absurdamente melódico e tão fora de moda que mesmo depois de anos com o status de underground ainda são fashion.

Tom Waits e ópera – dois dos meus favoritos ‘ao vivo’, onde o conjunto de design é simplesmente muito teatral e interessante.

Diz Bellamy, um homem que faz uso de óculos de plástico em seus shows. Sua outra motivação para gastar muito em suas apresentações em palco:

Não quero que todos os shows sejam iguais.

Depois do Glastonbury, Muse fará outra grande turnê mundial por várias estádios

Nós estamos preparando uma grande pirâmide com uma espécie de olho no topo, da onde serão mostradas imagens, e vamos tocar nela.

Bellamy também estará vestindo um terno onde serão mostradas imagens.Ele será a primeira pessoa a usar um terno como esse.

Lady Gaga queria um desses, mas nós o pegamos primeiro.

Ele diz orgulhosamente. Mais alguma coisa?

Um OVNI irá surgir e de dentro dele sairá um alien, bem em cima do público, eu não estou brincando.

Muse já se apresentou no Glastonbury antes, em 2004, quando foram a atração principal do evento. Mas até mesmo Wolstenholme admitiu que na época eles não tinham certeza se mereciam mesmo estar lá.

Nós não tínhamos certeza se estávamos realmente prontos para isso, havia muita pressão sobre nós. ‘Porque tudo isso? Quem eles pensam que são?’

E ainda tem mais sobre a última apresentação de Muse noGlastonbury: logo depois da banda se apresentar no Pyramid Stage, o pai do Dom teve um infarto e morreu.

Esse foi de longe o pior dia da minha vida, diz o baterista do Muse. É um pouco estranho pra mim, ficar relembrando disso, de verdade. A galera diz: ‘vocês vão tocar no Glastonbury, vai ser incrível, não é?’ E eu..’Bem, não sei, talvez dê algum problema ou eu nem goste tanto’.

Wolstenholme relembra

Foi uma montanha russa de emoções, será muito estranho voltar lá, mas talvez precisemos associar tudo isso a uma lembrança boa. Até aquele momento, o show do Glastonbury foi o nosso melhor show da carreira, e infelizmente nós não lembramos dele por esse motivo.

Nesse ano o Glastonbury será um momento familiar. A mãe e irmã do Dom estarão lá.

Esse será um momento bem família, com certeza. Mas, você sabe, música é algo ótimo para isso, juntar as pessoas. Nós podemos criar um grande sentimento positivo, tocando e ao ouvir as nossas músicas. Essa é a única razão de voltar lá: para tocar. Não sei se eu voltaria a tocar lá só por estar em um grande festival, isso seria estranho. Os caras estão planejando em sair o fim de semana todo, enquanto estivermos lá, mas não sei se eu conseguiria fazer isso. Mas estar lá, tocando para milhares de fãs, seria algo que me faria voltar lá diversas vezes, e eu farei isso.

O Muse não teve uma rota convencional para o sucesso. Enquanto outras bandas faziam de tudo para conseguir fama e sempre estarem na mídia, o Muse fazia o seu som do seu próprio jeito e estilo, fugindo do mesmo. Falharam em conseguir algum reconhecimento na indústria mainstream, então gravaram o seu primeiro EP pela Cornish Records, só então conseguiram assinar um contrato, que foi com uma pequena gravadora.

Em círculos de música, eram ridicularizados por fazer músicas esquisitas, com títulos esdrúxulos como Space Dementia e Apocalypse Please. Eles eram copistas pálido de Thom Yorke e cia. Eles eram o prog-rock dos internautas e tiveram solos de órgão escandalosos para provar isso. Se você gostou de Muse, também jogava World of Warcraft e provavelmente tiravam sarro de sua cara na escola. Se você gostou do Muse você não era legal. Bellamy, Howard e Wolstenholme sabiam disso. Eles não se incomodaram. Na verdade, eles estavam praticamente orgulhosos de serem ‘fora de moda’ e serem capazes de andar pelas ruas sem serem reconhecidos. Mas… porque Muse era tão uncool assim?

Nossa música era muito esquisita, diz Howard, com um encolher de ombros. Um monte de bandas já vem o pacote completo: um primeiro álbum grande, boas canções, um look legal e a atitude certa – eles têm a coisa toda. Considerando que éramos crianças – de Devon! – que não conhecia nada melhor. Estávamos começando a aprender, passo a passo, o tempo todo. Não éramos aquela ‘banda nova super legal’. Então, nós sempre estivemos à margem. Ainda é assim.

Assim como saboreando a sua posição contrária, Muse também abraça sua ocasional cafonice. Pergunte se Bellamy se o verão de 2010 é um momento de ouro na vida desta banda de rock, e ele responde:

Bem, sempre foi meio…normal.

Os nomes das bandas dos tempos de escola em que os três membros do Muse, separadamente, tocaram – Gothic Plague, Carnage Mayhem, Fixed Penalty – não revelavam grandeza futura. Mas, em 1994, Bellamy, Howard e Wolstenholme se juntaram. Eles formaram a Rocket Baby Dolls e o amanhã lhes pertencia. Só que não foi bem assim. Rocket Baby Dolls rapidamente, sensatamente, mudou seu nome para Muse. O trio decidiu renunciar a vagas na Universidade para construir em Teignmouth sua base de seguidores.

Então todos os nossos amigos se mandaram para a Universidade e não tínhamos os fãs, lembra Howard. Nós tivemos que começar do zero. Fazendo tantos shows quanto possível nas redondezas. Fizemos isso durante cinco anos.

Eles tiveram que trabalhar duro. Bellamy ressalta:

Nós todos viemos do nada. As pessoas não pensam nisso quando olham para nós. Eles provavelmente acham que somos meninos de universidade ou mauricinhos de classe média. Mas todos os nossos pais são da classe trabalhadora do norte.

A mãe e o pai de Bellamy se divorciaram quando ele tinha ’12 ou 13′, e ele tem um irmão em Leeds e uma irmã em Sheffield.

Eu sei que nossas origens são um pouco mais humildes do que as pessoas provavelmente imaginam quando nos vêem, continua ele, especialmente quando eles nos vêem no palco e a forma como nos vestimos e todas as bobagens que falamos. Mas nós temos o tipo de origem que significa que passaríamos por tempos difíceis mais facilmente do que as outras pessoas.

Muse forjou uma reputação de ‘banda ao vivo‘ desde o início. Bellamy abriu mão de sua carreira pós-escola como um pintor e decorador e abandonou seu sonho de voar em paramotores, com o qual ele pretendia tornar-se um ‘cameraman radical’, filmando shows e eventos esportivos. Em vez disso, a banda era tudo. E ainda é. Muse é feroz protetor de sua marca. Quando Céline Dion chamou seu show em Las Vegas de Muse, a banda processou e ganhou.

Para Wolstenholme, este estilo de vida que a-tudo-consome ia cobrar seu preço. Em parte, isso se deveu ao fato de sua mulher ficar grávida de seu primeiro filho exatamente quando Muse assinou um contrato de gravação no final de 1998. Como eles não eram a última banda cool de Manchester ou Londres e, por conseguinte, não podiam confiar na imprensa favorável ou cobertura de rádio,

Nossa administração e nossa gravadora simplesmente tinham que fazer tudo. Você não tem controle sobre o que quer fazer. E eles não dão a mínima para o nosso descanso, ou para nossa família. Eles só estão preocupados em ganhar o máximo de dinheiro possível.

Para piorar, Wolstenholme tornou-se um furioso alcoólatra. Ele revela isso para mim espontaneamente, ao final de nossa primeira entrevista, no opulento hotel da banda em Desert Springs, a poucos quilômetros do local do Festival Coachella.

Eu estava pior em tour nos primeiros dias. Mas em casa chegou a um ponto em que eu percebi que eu não tinha que ficar sóbrio, porque eu não tinha um show para fazer. Então isso era apenas uma desculpa para beber o tempo todo. Eu acordava de manhã e enchia metade de um copo com qualquer bebida alcoólica que eu tivesse em casa e depois misturava com suco de fruta de modo que ninguém sabia que eu estava bebendo, confessa. A esse ‘café-da-manhã’ seguia-se outras 10 a 15 doses durante o dia, mesmo quando eu estava em casa. Então, à noite eu ia para o vinho: duas garrafas de vinho. Então eu normalmente terminava o dia como havia começado: enchia o copo, levava para o quarto e bebia a metade, então sempre havia alguma coisa ao lado da cama para mim de manhã , ele ri, nervosamente.

Wolstenholme repete essa conto da profundidade do seu vício, quase palavra por palavra, quando falamos de novo nos bastidores, no estádio Foro Sol na Cidade do México. Sua vontade de dizer a todos é uma marca da franca amabilidade do tatuado e robusto baixista (ele é uns bons centímetros mais alto que o compacto Bellamy e Howard), e de como Muse mal dá entrevistas nos dias de hoje; eles não precisam, e sua super empresa de gerenciamento nos EUA, Q Prime (que também cuida de Red Hot Chili Peppers e Metallica), forma uma falange ridiculamente protetora em torno deles. Após oito meses em turnê, ele talvez esteja morrendo de vontade de falar sobre qualquer outra coisa. E, suspeito eu, a conversa de Wolstenholme é também um aspecto do doloroso processo de reabilitação que se iniciou no meio de elaboração do The Resistance.

Eu estava muito mal. Mas um dia eu compreendi: o meu pai morreu quando ele tinha 40 por causa do alcoolismo. E eu estava indo pelo mesmo caminho. Eu estava tão mal que me pergunto como estou vivo agora. O terapeuta de Wolstenholme disse-lhe que o alcoolismo foi a minha maneira de lidar com qualquer tipo de negatividade na minha vida. Enquanto ele passava pela desintoxicação, Eu passei uma boa semana sem dormir, agitação, sensação de que eu ia desmaiar. Foi horrível. Mas, felizmente, eu tinha cinco meses, antes de sair em turnê, para tirar tudo aquilo do meu sistema. Eu senti como se estivesse realmente conseguindo, continua Wolstenholme, segurando um café gelado (Minha nova droga), as unhas roídas até o talo. Então começamos a fazer shows e foi como começar tudo de novo. Eu tinha que ter o mini-bar no meu quarto limpo. Eu tenho o meu próprio ônibus de excursão para que eu não precise ficar por perto [da banda]. Eu não quero ser um desses estraga-prazeres. É problema meu, não é justo arrastar todo mundo para ele.

Ele diz que ainda é difícil.

Há um monte de festas em turnê. Você se sente um pouco deixado de fora algumas vezes. Mas você não pode se deixar levar. Você tem que pensar nas coisas mais importantes da vida, como sua família, seus filhos [um quinto filho está no caminho].

Certamente, Bellamy não abrandou seu lado festeiro. Quando eu falo com ele na Cidade do México, ele está enfrentando uma ressaca violenta. Depois de dormir três horas, ele está se escondendo atrás de óculos de sol caros e, apesar das sete semanas em turnê nos Estados Unidos e três dias no México, ele está mais pálido que o normal. Na noite passada ele divertiu 55.000 mexicanos histéricos com um desempenho baroque’n'roll épico. Ele se acalmou bebendo com a o pessoal da turnê até as 08:00h.

Durante nossa segunda entrevista, no Coachella, Bellamy tinha falado sobre os livros que haviam ‘escoado’ para as composições do The Resistance, tais como Blood Meridian de Cormac McCarthy, que, ele diz:

Foca diretamente o lado negro da guerra. Assim, há um certo espírito de luta, eu suponho, em canções como Uprising. Eu tive um interesse sutil pela guerra através da minha família.

Quando eu pergunto o que ele quer dizer com isso, ele explica que seu tio e seu pai estavam na Marinha Real, e que um outro tio era um ‘cara muito militar’.

Ele foi baleado pelo IRA na Irlanda do Norte.

David Bellamy, subtenente do Regimento de Duke of Wellington, foi morto do lado de fora de uma estação RUC em West Belfast, em Outubro de 1979.

Foi uma coisa muito grande na época, diz o sobrinho, que estava então com 16 meses de idade e que ainda não falou muito sobre o assunto. Pelo que eu sei, ele estava trabalhando disfarçado, e mais tarde foi revelado que ele estava no SAS. Ele foi metralhado 80 vezes. Foi uma declaração.

Bellamy fez suas próprias investigações sobre o tiroteio.

Conheço pessoas dentro do caso que me deram algumas informações.

Contrariamente aos relatórios oficiais, ele não acha que o IRA foi o responsável.

É definitivamente algo que teve influência sobre mim. Foi o que fez eu me interessar em coisas como ‘operação bandeira-falsa’ [manobras de operações secretas destinadas a aparecer como se fossem realizadas por outros]. O que acontece chocaria a maioria das pessoas. O que Jack Nicholson diz em A Few Good Men – ‘Você não pode lidar com a verdade’- é verdade. Os militares são capazes de levar o seu próprio povo, se quiserem. É difícil evitar pensar nisso.

Depois do México, a equipe da turnê de Muse – que agora conta com 80 pessoas, mas para a próxima edição de shows em estádios sobe para 165 e tem em seu âmago uma ‘família’ de colaboradores conhecidos de longa data de Devon – está se dispersando para uma folga de duas semanas. Eles então se reagruparão para os Festivais e shows em estádios da turnê mundial de 16 meses do The Resistance. Devido à nuvem de cinzas vulcânicas, Wolstenholme pode ter que voltar a sua esposa e filhos em Devon através de um voo para Madrid e engatar uma carona no ônibus do tenista Greg Rusedski. Howard vive no sul da França, mas pode ir para Los Angeles. Bellamy também planeja uma estadia em LA. Ele está a procura de imóveis, incluindo a antiga mansão de Christina Aguilera.

Estou pensando em fazer um período de seis meses de loucuras em Los Angeles. Parece que é a hora certa de perder a cabeça e me envergonhar, disse Bellamy. Eu vou alugar alguma casa no estilo Entourage e pirar. Em seguida, voltar a Londres e escrever um álbum brilhante.

Mas, essa semana, suas férias estão em stand by.

Surgiu a oportunidade de ir a Nova York. Lá, ele pretende curtir, relaxar e investigar novas possibilidades.

Esta é uma referência nada sutil a atriz Kate Hudson? Na noite de domingo no Coachella sentei-me atrás de Bellamy e o vi com uma loira misteriosa trocando cumprimentos com Jay-Z e Beyoncé, e então eles assistiram juntinhos Gorillaz fechar o festival. Ao falar comigo depois, ele ofereceu a informação de que aquela era Hudson, com um sorriso. Então ele, Kate, New York? “Ha ha!”, Ele responde, tentando – e falhando – deixar o assunto prá lá.

Sim, ela mandou seu avião vir e me pegar, acrescenta ele, brincando. Ela me ordenou: ‘Venha aqui. Venha para cá’, continua ele, acho que não-mais brincando.

Ele e Hudson se conheceram anos atrás na Austrália ‘e nós dois estávamos em relacionamentos‘. A atriz estava com seu agora ex-marido, Chris Robinson, vocalista do Black Crowes. Bellamy estava com sua agora ex-namorada, uma psicóloga com quem saiu durante sete anos até que eles se separaram em setembro passado.

Mas desta vez nós nos encontramos, Bellamy sorri radiante, e não estávamos.

Eu suspeito que ele está piscando sob os óculos.

Muse será a atração principal do Festival de Glastonbury sábado, 26 de junho.

Fonte: Musebr

Muse no “T in the Park 2010″ (Bilhetes ja esgotados)



Mal deu tempo de ler o line-up desta edição do “T in the Park” e as entradas já se esgotaram. Mas também não é para menos, pois com a seleção de bandas que irá se apresentar quem ficou de fora com certeza está muito contrariado. Apresentam-se no festival grandes nomes como Eminem, Kasabian, Jay-Z, The Black Eyed Peas, 30 Seconds to Mars, Vampire Weekend e, entre outros, Muse.

A maratona de shows acontece nos dias 9 a 11 de Julho, sendo os Muse a atração principal do primeiro dia do festival. São os nossos homens dominando o mundo aos poucos!


Confira todo o line-up abaixo:

Muse no Sziget Festival


Os Muse estaram no line-up do festival Sziget ao lado de nomes como Iron Maiden e Kasabian.

O evento acontece em Budapeste, Hungria, de 11 a 16 de agosto. A estrutura do festival será montada na ilha de Obudai, no rio Danúbio, e o público também poderá ver apresentações de The Cribs, Bad Religion, Calvin Harris, entre outras.

Muse ao vivo em Goffertpark, Holanda

No passado dia 19 de Junho os Muse fizeram mais um grande show em Goffertpark, na Holanda. Tocando para um público de mais de 50.000 , as surpresas da noite ficaram por conta do acréscimo de Citizen Erased ao setlist e também da ausência do OVNI ao som de Exogenesis, que foi excluída do setlist. O show foi aberto pela banda belga Ghinzu e pelos britânicos Editors.



Veija aqui a Setlist e videos do Concerto:

1. Uprising (riff version)
2. Supermassive Black Hole
3. New Born
4. Map of the Problematique
5. MK ULTRA
6. Bliss (Extended)
7. Guiding Light
8. Interlude + Hysteria
9. Nishe
10. United States of Eurasia
11. Feeling Good
12. MK Jam
13. Undisclosed Desires
14. Resistance
15. Starlight
16. House of the Rising Sun riff + Time Is Running Out
17. Unnatural Selection

Encore 1
18. Citizen Erased
19. Stockholm Syndrome

Encore 2
20. Take a Bow
21. Plug in Baby
22. Man with a Harmonica + Knights of Cydonia

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Muse ao vivo em Madrid

Na noite de ontem os Muse tocaram para um platéia de mais de 50 mil pessoas no Estádio Vicente Calderón, em Madri, um concerto em que a imprensa espanhola qualificou como sendo de outra galáxia. O concerto foi aberto por os The Big Pink, seguido por Editors.



Veija aqui videos das musicas tocadas ontem:

1. Uprising
2. Supermassive Black Hole
3. New Born
4. Map of the Problematique
5. Neutron Star Collision (Love Is Forever)
6. Guiding Light
7. Bliss
8. Interlude
9. Hysteria
10. Nishe
11. United States Of Eurasia
12. Feeling Good
13. MK Jam
14. Undisclosed Desires
15. Resistance
16. Starlight
17. Time Is Running Out
18. Unnatural Selection

Encore:

19. Unintended
20. Exogenesis: Symphony, Part 1: Overture
21. Stockholm Syndrome

Encore 2:

22. Take A Bow
23. Plug In Baby
24. Knights of Cydonia

Muse no Voodoo Festival

O site oficial dos Muse confirmou que a banda será a atração principal do Voodoo Experience, em outubro.
O festival, que será realizado em Nova Orleans, EUA, ocorrerá de 29 a 31 de outubro,
a data do concerto ainda nao foi anunciada mas pode ja comprar os bilhetes para este garande festival!

Vesite o site oficial!

Endlessly tornou-se ’single’ no novo álbum de Renée Fleming

Renée Fleming, uma consagrada soprana americana, gravou recentemente o seu novo disco, “Dark Hope”. O álbum traz uma coletânea de canções de bandas indie-rock como Arcade Fire, Death Cab for Cutie, Mars Volta e, claro, Muse. Endlessly tornou-se até single.
Veija aqui o video clip!

Matt responde ao Gerador de Perguntas Aleatorias

Matt respondeu ao Gerador de Perguntas Aleatórias da Revista Kerrang, em 2007. Veija!



Se você tivesse uma máquina do tempo, qual período do tempo você gostaria de visitar?

Eu acho que eu provavelmente voltaria para a metade do século 19 e tentaria cair no final da Era Romântica da música para piano e sairia com pessoas como Berlioz e Chopin e talvez Rachmaninoff, mais prá frente. Eu tentaria me misturar com sabichões grã-finos tocando piano.

Qual o pior acidente que você sofreu no palco?

Eu esmaguei minha cara em Atlanta e tive que dar três ou quatro pontos no lábio – isso foi enquanto tocava Citizen Erased. No início da turnê do Absolution nós fomos de tocar em palcos enormes na Europa para tocar para trezentas pessoas dois dias depois. Eu me empolguei demais no palco que era pequeno e escorreguei, caí e bati com a guitarra na minha cara. Nós tivemos que parar o show porque tinha sangue em toda parte. Foi bem grave.

Qual foi o pior acidente que você causou no palco?

Eu machuquei o coitado do Dom no passado. Eu joguei a guitarra na direção dele duas vezes e em uma dessas ocasiões eu cortei o supercílio dele. Ele teve que tomar uma vacina contra tétano, o que foi bem engraçado. Ele teve que se curvar, abaixar as calças e tomar uma agulhada na bunda. Foi bem humilhante para ele e eu me senti um pouco culpado, mas tenho que admitir que também foi muito engraçado.

Você ficou desapontado quando a Sonda Mars Express enviou de volta as fotos de alta resolução de Cydonia?

Eu não as vi, para ser honesto, mas isso depende do você lê e em que fontes você confia. Se você vai na NASA, então você claramente não vai conseguir a verdade, afinal eles são uma agência do governo. Eles vão manter toda informação muito bem escondida, mas muitas pessoas estão vendo o que parecem ser vestígios. Se você olhar para algumas das antigas pirâmides existem muitas similaridades. Talvez não haja nada lá, mas todos nós podemos esperar que haja.

Qual foi a última coisa que você colocou na sua boca?

Uma xícara de chá de limão. Eu tomei chá de limão de café-da-manhã.

Você alguma vez entrou em fóruns da internet anonimamente?

Na verdade, não. Eu sou meio fora de sintonia com esse front. De vez em quando eu dou uma olhada nas mensagens no painel do site, mas não posto nenhuma mensagem lá. Em algum momento, eu talvez possa faze-lo – entrar com algum pseudônimo e enrolar o pessoal.

Você tem alguma fobia?

Eu costumava ter uma severa aracnofobia. Mas desde que eu estou morando na Itália, eu vejo enormes centopéias todos os dias. Elas são mais ou menos do tamanho da minha mão e eu já até encontrei uma na minha cama então estou me acostumando com isso. Eu tenho a sensação de que ter que lidar com centopéias desde que estou morando na Itália me fez superar medo de aranhas.

Você confia na BBC News?

Ooh… polêmico! Eu gostaria de confiar. Há alguns momentos em que eu sinto que eles banalizam certos aspectos, o que é uma pena pois eu acho que eles são mais independentes do que a maioria em termos de fundador e todas essas coisas. Eu acho que a BBC News é tão boa quanto consegue ser mas certamente não é tão boa quanto poderia ser.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Vote nos Muse para o melhor grupo de Rock!

Mais uma votação em que os Muse marcam persença! Desta vez é a Teen Choice Awards. Os Muse estam concorrendo mais uma vez na categoria Rock Group, junto com MGMT, Kings of Leon, Paramore e Train, (portanto e facil ganhar!)

Para votar, é necessário fazer um cadastro, que é bem rápido. Mas vale lembrar que para poder votar, você tem que ser Teen (adolescente).
Vota AQUI!

A historia das musicas

Entrevista concedida a Adam Mamo e publicada pela revista neozelandesa Rip It Up em 03/12/2007.



Ao longo dos anos os Muse tem lançado canções absolutamente excelentes. Para descobrir todas as histórias por trás dessas faixas clássicas, a Rip It Up deu uma entrevista com o baixista da banda, Chris Wolstenholme.


Map of the Problematique

Esta começou nos ensaios antes de gravarmos o álbum. Foi uma das últimas canções que começamos a trabalhar, mas tudo começou com um som no teclado, ao contrário de qualquer tipo de estrutura melódica ou de acorde, ou qualquer outra coisa. Nós tínhamos uma batida que estava tocando umas notas e tinha uma percussão meio anos 80, meio Depeche Mode/ New Order. Entramos no estúdio e originalmente iríamos tentar mantê-la o mais guiada pelo teclado quanto fosse possível.

Mas então viemos com a idéia de tentar recriar o som do sintetizador usando guitarras. Acabamos passando uma guitarra por todos os alternadores de frequência com esses supressores que se abrem em tempos diferentes, criando o som de did-did-did, que vinha originalmente do teclado. Foi uma das únicas canções que gravamos onde pusemos todas as faixas com guitarra primeiro, e então eu e o Dom (Howard, baterista) chegamos depois e fizemos toda a parte do ritmo. Foi uma maneira de gravar bem diferente de tudo o que já havíamos gravado no passado porque todo o tema da canção foi mais baseado no som e na sua criação, ao invés do que aconteceria normalmente. Sabe, você chega com uns acordes e começa a tocar a bateria e o baixo por cima disso e grava uma música. Foi completamente o contrário. Foi bem interessante como acabou acontecendo.



Starlight

Starlight é uma das canções mais animadoras que já fizemos e quando ela apareceu, queríamos fazer algo levemente influenciado pelos Strokes. Ela tem uma linha de baixo muito simples, com uma batida que cresce além da conta. Na verdade, acabou não soando nada a ver com os Strokes.
A idéia inicial veio de uma melodia de piano muito forte e simples, algo que queríamos desde o início. Não queríamos nada complicado demais, só queríamos uma melodia de piano que fosse muito, muito simples, mas que ficasse na cabeça de todos. Acho que conseguimos.

Na verdade, foi uma canção bem difícil de gravar, porque sabíamos o que era o arranjo da música, mas não conseguíamos decidir direito o que a bateria deveria ser. Ela foi gravada em cinco, seis jeitos diferentes, todos com batidas diferentes, e passamos horas na máquina de ritmos, tentando decidir a batida. No fim, o Dom estava ficando tão cansado de tocar que acabamos usando máquinas de ritmos para ver qual batida soaria melhor. Acabamos mixando tudo e saiu como algo que se parece com glam rock quando começa.

Uma canção bem simples, mas bem difícil de gravar. É sempre duro quando você tem tantas versões da mesma música e realmente não sabe qual é a melhor. Foi meio difícil decidir qual versão iríamos usar.



Knights of Cydonia

O arranjo dessa canção foi decido a partir de um estágio inicial, mas ela começou soando um pouco como surf music com o jeito que a guitarra e a melodia estavam saindo. Ela foi influenciada por bandas como The Tornados e muita coisa do fim dos anos 50 e início dos 60. Essa foi a abordagem inicial para a canção, mas quanto mais a gravávamos, mais percebíamos que queríamos fazer com que ela soasse mais moderna, mas ao mesmo tempo, tentando reter aquele espírito da surf music também.

Essa foi uma faixa que poluímos bastante com os sons da guitarra, e o jeito como a canção funciona é muito, muito diferente de tudo que já havíamos feito, pois fomos influenciados por músicas de filme, e não por bandas de rock ou algo assim. Inicialmente, vimos a música como um single, mas quanto mais tempo passávamos no estúdio, mais ficávamos conscientes de que ela seria uma das faixas mais fortes do álbum.



Invincible

Invincible não era tão forte no início. Foi a última canção que ensaiamos antes de ir pro estúdio e a última a ser composta. Ela não era particularmente dinâmica, ela começou de um jeito e continuou assim até o fim. Sabíamos que havia uma boa estrutura de acordes e uma batida boa passando por ali, mas não sabíamos realmente o que aquilo seria. Pessoalmente pensei que era uma das canções que iriam desaparecer no processo de gravação.

Mas, de fato, dissemos desde o início que queríamos dar a cada single uma atenção completa porque, às vezes, coisas acontecem no estúdio e dão vida à canção, e foi isso o que aconteceu. Começamos a tocá-la e originalmente não havia a parte do órgão, nem nada assim, então o Matt (Bellamy, vocais/guitarra) começou a tocar essa parte, que soava muito bem, e então o Dom começou a tocar uma batida estranha de marcha e todos começamos a tocar juntos. A canção mudou completamente e o Matt começou a fazer uns sons muito estranhos, extremamente dramáticos com a guitarra, e tudo aconteceu num espaço de duas horas. Gravamos e foi isso.

Ela foi feita em uma só tomada e foi ótimo. Dentro do espaço de duas horas, a canção tinha se transformado e a ganhado um espírito completamente diferente e imediato. Ficou óbvio, é claro, que ela estaria no álbum. É brilhante, sabe.



Time is Running Out

Essa foi uma das últimas músicas que fizemos no Absolution. Tínhamos gravado setenta ou oitenta por cento do álbum e fomos para a Irlanda para refazer algumas coisas e terminar algumas faixas novas. Mas essa faz parte do último grupo de músicas que compusemos. Queríamos ir para um lado mais moderno e dançante, um pouco mais… Não dançante, mas um pouco mais atraente. Era algo que realmente nunca tínhamos feito. Algo que fizesse você querer estalar os dedos. Algo que foi mais influenciado por alguém como o Michael Jackson ou alguém assim. Queríamos algo que soasse como Billie Jean. O mais difícil foi que já tínhamos uma grande parte do arranjo pronta, mas não conseguíamos decidir a linha de baixo. Inicialmente, a linha de baixo era muito mais estilosa, e então resolvemos deixá-la mais crua. Livramos-nos de tudo e começamos a brincar com uns sintetizadores e então veio essa linha de baixo meio solta. Assim que isso surgiu, percebemos que era ali onde a canção devia estar.



Stockholm Syndrome

Stockholm veio de um riff que existia há anos. Não consigo nem pensar por quanto tempo esse riff esteve por aí.

Era algo que o Matt costumava tocar bastante nos ensaios. Ele começou a tocar os riffs entre as músicas ao vivo e nós meio que fizemos um pequeno jam. Não víamos nada de mais nele. Quando voltamos para os ensaios, o Matt trouxe a idéia do que a canção poderia ser. Obviamente, precisávamos ser cuidadosos porque é um riff de e tanto de metal. Tínhamos que ser cautelosos para não escrever uma música de heavy metal ou algo do tipo.



Hysteria

Hysteria era uma faixa que já estávamos tocando por um bom tempo quando estávamos fazendo o Origin. Estávamos no Reino Unido, num sound shack, quando o Matt tocou um riff na guitarra e começamos a brincar com ele. Pensamos que ficaria ótimo com uma linha de baixo, o que deixava Matt livre para inventar coisas mais melódicas.

Levamos a canção a um ponto que pensamos que podíamos começar a tocá-la ao vivo, então tocamos, e foi ótimo apesar de que ela não tinha estado em nenhum álbum. Quando fomos para o estúdio, a música havia mudado bastante, e o arranjo mudou, apesar de o básico ainda estar presente nela. Quando ela saiu em um álbum, muitas pessoas já a
conheciam.



Muscle Museum

Deus, isso está voltando um pouco no tempo… Consigo me lembrar de que estávamos ensaiando na casa do Matt, anos atrás, e ele veio com essa melodia grega de guitarra meio guinchada e folk, e então adicionamos uma linha de baixo e simplesmente pareceu funcionar.

Havíamos tocado essa canção por anos antes de o Showbiz sair e muito antes de conseguirmos um contrato com uma gravadora. Era uma daquelas canções sobre as quais todos comentavam e diziam quão ótima ela era. É bem simples, mas com uma linha de baixo chamativa e essa parte grega e folk acontecendo. Foi bem diferente de tudo que era feito na época e foi a primeira vez que tínhamos feito algo bem incomum e fora da esfera das bandas de rock.



Falling Away With You

É a única música que gravamos e nunca tocamos ao vivo. Não tenho certeza do porquê. Acho que é porque quando tentamos tocá-la, nunca pareceu funcionar realmente. É estranho, porque ela surgiu desse ambiente ao vivo. Uma vez, fizemos um jam com ela como um interlúdio de uma canção e ficou muito bom. Tentamos tocá-la ao vivo algumas vezes em sound shacks e nunca pareceu funcionar. Talvez algum dia vamos pegá-la e tirar as teias de aranha.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Muse ao vivo em Milao!

No passado dia 8 de Junho os Muse deram o segundo concerto da nova turne de estadios que estao a realizar.
Com um palco de 64 metros o concerto teve algumas surpresas como a cover do Back In Black com Nic Cester, e uma faixa a dar os parabens ao Matthew.



Veija aqui a Setlist do concerto e carregue para visualizar alguns videos.



1. Uprising
2. Supermassive Black Hole
3. New Born
4. Map of the Problematique
5. Neutron Star Collision (Love Is Forever)
6. Guiding Light
7. Interlude
8. Hysteria
9. Nishe
10. United States Of Eurasia
11. Feeling Good (Leslie Bricusse & Anthony Newley cover)
12. MK Jam
13. Undisclosed Desires
14. Resistance
15. Starlight
16. Back In Black (AC/DC cover) (with Nic Cester)
17. Time Is Running Out
18. Unnatural Selection

Encore

19. Unintended
20. Exogenesis: Symphony, Part 1: Overture
21. Stockholm Syndrome

Encore 2

22. Take A Bow
23. Plug In Baby
24. Knights of Cydonia

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Radio do Clube de Fans!

Atençao a todos os Musers portugueses, o Clube de Fans agora tem uma radio.
Podes nos mandar pedidos de musicas para colocarmos na Playlist da radio, para a vossa musica ser uma das primeiras a transmitir tem que dar pontuaçao a essa mesma musica! Perceberam?
Os pedidos sao feitos atraves do nosso Twitter!

Para ouvires a radio clica aqui!

Feliz aniversario Matthew!

Hoje o nosso querido vocalista, guitarrista, teclista, pianista e awesomeness, Matthew James Bellamy faz 32 anos de vida! Que tal deixar uma homenagem a este grande músico?? Quem fizer a melhor dedicatoria ao nosso grande artista, desde: desenhos, frases, montagens, ganhara o clip em HD do novo single Neutron Star Collision e tambem o clip da mesma musica em mp3.
Para deixares a tua dedicatoria envia para o mail: pedrogbn@hotmail.com

Vote no Chris para melhor baixista!

O site da Gigwise está com uma nova votação. Desta vez é o Chris quem concorre a Melhor Baixista de Todos os Tempos. Vamos deixar o nosso baixista favorito em primeiro!
Vota aqui!

Amplificador autografado pelos Muse esta a ser leiloado

O Teenage Cancer Trust está a leiloar um amplificador Marshall Vintage Modern, assinado pelos membros dos Muse, no Ebay. O lance atual está em £750,00 e o prazo para fazer uma oferta vai até o dia 13 de junho, 21h.



Todo o dinheiro arrecadado será destinado a uma boa causa, o combate ao câncer. Se você quiser dar um lance ou ver outras fotos do amplificador, clique aqui.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Muse no Rock Im Park

Mais um festival em que os Muse participaram! O Concerto teve muitas surpresas como Citizen Erased como 2ª musica, New Born voltou novamente a Setlist.
Descubri agora que a musica House of the Rising Sun tambem fez parte do concerto para quem nao conhece a musica, veijam aqui.
Veija a Setlist e alguns videos do concerto:

1. MK Ultra
2. Citizen Erased
3. Uprising
4. Supermassive Black Hole
5. Interlude
6. Hysteria
7. New Born
8. Nishe
9. United States Of Eurasia
10. Resistance
11. Undisclosed Desires
12. House of the Rising Sun
13. Time Is Running Out
14. Starlight
15. Plug In Baby

Encore:

16. Stockholm Syndrome
17. Knights of Cydonia

OVNI nao deixa MTV Alema a transmitir Muse

A NME publicou hoje uma matéria que revelou os culpados pela não transmissão do show dos Muse no Rock am Ring: a culpa foi da própria banda, ou melhor, do OVNI que eles levaram para o festival.

A banda levou um OVNI gigante como parte do seu novo palco [...], entretanto o objeto era tão grande que bloqueou o sinal dos canais do evento.



Ate nao e assim tao grande...
As emissoras que se preparem, a turne ainda mal começou e o OVNI vai continuar a fazer estragos!

Muse no Rock Am Ring

No Sabado passado, os Muse apresentaram-se pela 6º vez no festival Rock Am Ring, na Alemanha. Antes do show, programado para às 22:45h (21:24 em Portugal) Matt e Dom concederam uma entrevista à MTV Alemã. Veija essa entrevista aqui!

Durante a entrevista eles falaram sobre tocar no Festival pela sexta vez, sendo a primeira vez headlining. Falaram também sobre serem fãs de Rage Against the Machine e comentaram um pouco sobre o show que eles assistiram na sexta. Tambem falaram sobre Neutron Star Collision e Twilight. Matt diz que prometeu à Stephenie Meyer que ela poderia usar as músicas dos Muse nos seus filmes e que ele é um homem de palavra.

Para finalizar, Matt a Dom disseram que a NASA já os havia avisado que um OVNI sobrevoaria a platéia e um ET sairia de dentro dela.



Eles concederam também uma entrevista à rádio SWR3. Embora o conteúdo da entrevista seja praticamente o mesmo, pode assistir ao video aqui.

Sobre a Setlist parece que a musica inicial mudou novamente para Mk Ultra, e tambem parece que eles vao continuar a uzar o palco com os hexagonos do The Resistance para os festivais.
Veija aqui algumas musicas do Show!


1. MK Ultra
2. Map of the Problematique
3. Uprising
4. Supermassive Black Hole
5. Neutron Star Collision (Love Is Forever)
6. Interlude
7. Intro mais Hysteria
8. Nishe
9. United States Of Eurasia
10. Undisclosed Desires
11. Resistance
12. Bliss
13. Starlight [Burning Bridges outro]
14. Time Is Running Out
15. Plug In Baby

Encore:

16. Exogenesis: Symphony, Part 1: Overture [With Bernie the Unidentified Flying Object]
17. Stockholm Syndrome
18. Knights of Cydonia [Man with a Harmonica intro ]

Muse na Fnac e Blitz portuguesas



A Revista Blitz, este mes, tem um especial sobre as bandas do Rock in Rio,a revista da loja Fnac!

Clica para a revista fnac e Blitz.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Novos produtos no Muse.mu



Os Muse acabam de atualizar loja de seu site oficial com diversos novos produtos. A maioria deles são exclusivos do site e não serão vendidos em seus shows, como palhetas com a artwork da capa de cada disco da banda, um quebra cabeças com o tema da nova turnê, entre outros.



O item que mais chama a atenção dos fãs com certeza é o software ‘The Resistance Tour Europe 2010′. É um programa que consiste em mostrar todos os shows da nova fase da turnê pela Europa. Com diversas fotos, vídeos e setlist do respectivo show, o programa inova ao deixar o usuário fazer um tour virtual pelo próprio palco da turnê, em uma tecnologia chamada ‘Realidade aumentada’, que mostra tudo em 3D. Também é possível ver entrevistas da banda respondendo perguntas que você mesmo poderá mandar para eles através de uma nova seção do site, que ainda não está pronta.

MK Jam (New Drum and Bass Solo)

Os Muse estrearam no Stade de Suisse o novo Drum and Bass Solo que se chama MK Jam!


Veija AQUI o video!

Livestream do Rock am Ring 2010



Os Muse continuam com a turnê pela Europa. No próximo fim de semana, dias 5 e 6 de junho, a banda irá se apresentar em um dos maiores festivais do mundo, o Rock am Ring, e que acontece anualmente na Alemanha.

A MTV alemã divulgou que irá transmitir o festival pela internet, mas não confirmou se irá transmitir o show do Muse na íntegra, como deveria ter sido no Rock in Rio Lisboa.

Para assistir ao show, clique aqui e veja a página oficial do Rock am Ring no site da MTV.

Dom fala sobre a nova fase da turne!

Ontem, antes da banda fazer aquela apresentação histórica na Suiça,o Dom deu uma entrevista para um site local e comentou sobre essa nova fase da The Resistance Tour e de Citizen Erased entrar no set list da banda.

Confira a tradução completa:


- Dominic, vocês trouxeram um caminhão inteiro cheio de alimentos ingleses para Berna. Os Muse não confiam na comida suíça?

Sim, sim, sou um grande fã de fondue e raclette com batatas. Ano passado, quando estivemos em Genebra, estávamos em um lugar que tinha um cheiro muito forte de queijo, eu gostei, mas os outros torceram o nariz.

- E o que vocês acham de Berna?

Nunca tinha vindo aqui, espero que tenhamos tempo para dar uma volta pela cidade.

- Vão olhar os novos ursos?

Ah, tem essa coisa de urso, né? Onde eles estão? Nas florestas?

- No Parque dos Ursos.

Nossa. Bem, vou ver se consigo ir até lá, até porque preciso de ar fresco antes do show. Vou estar extremamente nervoso.

- Porque começar a nova fase da turnê em Berna, e não em grandes cidades como Londres, talvez?

Não nos interessa muito onde começamos a turnê. Nós apenas gostamos da Suíça. E nós temos que levar o palco para diversos países, então existe uma certa lógica nisso tudo.

- Você gosta de tocar em estádios?

Acho incrível. O show de Wembley alguns anos atrás foi simplesmente inacreditável. A atmosfera de um estádio é eletrizante, mesmo para nós, porque as pessoas não ficam tão distantes de nós.

- Te irrita o fato dos jogos da Copa acontecerem durante os seus shows pela Europa?

Copa?

- Sim, a Copa Mundial começa nas próximas semanas.

Sim, sim, Eu sabia disso, mas sinceramente, não gosto muito de futebol, não ligo para quem vai ganhar.

- Vocês procuraram por manifestantes para seus shows?

No início do show, haverão centenas de pessoas com cartazes no palco, como se fosse um tipo de comício. A idéia veio por causa da letra de ‘Uprising’, no que se refere ao protesto. Essa será a primeira música do show. Oh, precisamos ensaiar mais isso.

- Isso parece ser uma grande apresentação. A presença dos fãs no palco e toda a platéia cantando junto será algo épico, não é mesmo?

É preciso algo teatral. Nós gostamos que os fãs saibam como é estar em um grande show. E hey, somos apenas três no palco, temos que distrair o público de alguma forma.

-Vocês vão realmente tocar as músicas que o público escolheu pela votação online?

Acho que não temos escolha, senão iremos deixar os nossos fãs irritados (risadas). Todos querem ouvir “Citizen Erased”, que certamente não tocamos por um bom tempo. Tivemos que ensaia-la.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Turnê Européia em Realidade Aumentada



Uma nova página foi criada no Muse.mu falando sobre um “Programa de Realidade Aumentada da The Resistance Tour Europe 2010″. Acho que deve ser uma espécie de palco 3D, com fotos e/ou vídeos. Vamos aguardar!

Stade de Suisse, Suiça

Os Muse realizaram ontem no Stade de Suisse, na Suiça, o primeiro show da nova fase da The Resistance Tour. Editors e The Big Pink foram as bandas de abertura. Além do fantástico novo palco, o show contou com vários efeitos incríveis como uma ‘nave alienigena’ sobre o público durante Exogenesis pt 1 (Overture), de onde saiu um acrobata, trazendo lembranças da acrobata nos shows de Wembley, na turnê do Haarp. Outra grande surpresa, foi o vasto setlist com muitas mudanças, Veija:





1. Uprising
2. New Born
3. Supermassive Black Hole
4. Neutron Star Collision (Love Is Forever)
5. Guiding Light
6. Interlude + Hysteria
7. Map of the Problematique
8. Nishe
9. United States of Eurasia
10. I Belong To You
11. Feeling Good
12. Undisclosed Desires
13. Starlight
14. Resistance
15. Time Is Running Out
16. Unnatural Selection

Encore

17. Exogenesis: Symphony Part I (Overture)
18. Unintended
19. Stockholm Syndrome
20. Take a Bow

Encore

21. Plug In Baby
22. Man with a Harmonica intro + Knights of Cydonia

terça-feira, 1 de junho de 2010

Mais fotos do novo palco!




































Para matar um pouco da curiosidade dos fãs, mais algumas fotos do novo palco foram disponibilizadas no site oficial.

São imagens durante os ensaios da banda na cidade de Milton Keynes, em Londres.
Pode ver o resto das imagens aqui!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

O lado negro de Matthew


















Veija aqui a entrevista!
Esta entrevista revela o lado negro de Matt!
Digame depois de ler a entrevista, gosta mais do New Matt ou do Old Matt??

sábado, 29 de maio de 2010

Fotos do Novo Palco da Turnê Europeia

Parece que o Matt finalmente conseguiu fazer a pirâmide que ele planeava desde antes do início da turnê.












Estas são as fotos do novo palco onde os Muse tocaram na turnê Européia do The Resistance.












Como e que achas que vao ser tocadas as musicas no palco?

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Rock In Rio Lisboa 2010

















Os Muse proporcionaram um concerto incrível para todos os presentes na terceira noite do Rock in Rio Lisboa 2010. Com um público aproximado de 83 mil pessoas (o maior do evento este ano até agora), a banda deu um aperitivo de como será a turnê nos grandes estádios europeus.













Com algumas mudanças no setlist, o inicio ficou por conta de Mk Ultra (no show “secreto” em Paris também) e em seguida Map of the Problematique. Pela segunda vez, Neutron Star Collision (Love is Forever) foi tocada.














A pedido dos fãs portugueses que votaram na enquete realizada no site oficial, Citizen Erased, considerada a música mais querida entre os Musers (de um modo geral), foi executada antes de Hysteria e fechando o show, Knights of Cydonia. Confiram o setlist:

1. Mk Ultra
2. Map of the Problematique
3. Uprising
4. Supermassive Black Hole (SIC Radical)
5. Neutron Star Collision (Love is Forever)
6. Stockholm Syndrome
7. Nishe (Drum and Bass Jam)
8. United States of Eurasia (SIC Radical)
9. Resistance ( SIC Radical)
10. Undisclosed Desires
11. Time is Running Out (SIC Radical)
12. Starlight (SIC Radical)
13. Plug in Baby

14. Citizen Erased
15. Hysteria
16. Knights of Cydonia (Man With A Harmonica intro, SIC Radical)